27 de novembro de 2011

Uma exposição a não perder!

Exposição "A perspectiva das coisas. A Natureza-Morta na Europa" patente na Fundação Calouste Gulbenkian. Para saber mais, clique aqui
Veja o interessante documentário que se segue...

5 de outubro de 2011

Ações de Formação acreditadas no Museu Nacional de Arte Antiga

As novas formações do Museu estão aqui

Para conhecer os trabalhos realizados em "Da escola ao museu: criatividade, arte e história", aceda aqui

A importância dos "rabiscos"

Um novo TED Talk a não perder:

10 de julho de 2011

2ª Mostra de Trabalhos dos cursos EFA-NS



        Uma vez mais ficou demonstrado que existe vida, trabalho e dedicação, à noite, nas escolas!
      No dia 14/06/2011, realizou-se a 2ª Mostra de Trabalhos dos cursos de Educação e Formação de Adultos da Escola Secundária Leal da Câmara. A actividade contou com a participação de todas as turmas, sendo inexcedível o empenho demonstrado por formandos e formadores na montagem e na dinamização do evento.
    Quem visitou a exposição descobriu um espaço cuidadosamente preparado para acolher os trabalhos realizados ao longo do ano nas sessões de formação, lugar de afectos e de aprendizagens. A excelência desta 2ª Mostra foi alvo do reconhecimento por parte das diversas entidades convidadas, incluindo os órgãos directivos da escola. 
       Os cursos EFA desta escola estão de parabéns!

20 de maio de 2011

Um poema de Pessoa dito por Simone de Oliveira


Não, não é cansaço - Álvaro de Campos


       Não, não é cansaço...


É uma quantidade de desilusão
Que se me entranha na espécie de pensar,
E um domingo às avessas
Do sentimento,
Um feriado passado no abismo...


Não, cansaço não é...
É eu estar existindo
E também o mundo,
Com tudo aquilo que contém,
Como tudo aquilo que nele se desdobra
E afinal é a mesma coisa variada em cópias iguais.
Não. Cansaço por quê?
É uma sensação abstrata
Da vida concreta —
Qualquer coisa como um grito
Por dar,
Qualquer coisa como uma angústia
Por sofrer,
Ou por sofrer completamente,
Ou por sofrer como...
Sim, ou por sofrer como...
Isso mesmo, como...
Como quê?...
Se soubesse, não haveria em mim este falso cansaço.
(Ai, cegos que cantam na rua,
Que formidável realejo
Que é a guitarra de um, e a viola do outro, e a voz dela!)
Porque oiço, vejo.
Confesso: é cansaço!...